terça-feira, 1 de novembro de 2011

Bob e Eu



Eu gosto do impossível, do fantástico; daquilo que não está lá, mas se vê. Dou risada do ridículo, entrementes poucos sorrisos. Choro quando tenho vontade, mas nem sempre tenho motivos. Tenho um sorriso confiante que não demonstra minha insegurança ocasional, conquanto olhe de maneira insegura pouco antes das grandes decisões – é chame, eu sei -.  Sou imprevisível, mas sei o que quero. Não gosto de rotina, na verdade, odeio rotina. Aceito que nunca serei esportista, cientista, especialista, e tantos istas que dependem da rotina. No entanto, admito, nem sempre coloco em prática aquilo que julgo certo. Acordo todos os dias de manhã e faço mais ou menos as mesmas coisas. Pelo menos, são poucas as pessoas para quem me explico.

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